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Biólogo orienta como proceder em casos de ataques de abelhas

 Biólogo orienta como proceder em casos de ataques de abelhas

Foto: Divulgação/Rádio Esmeralda.

As Abelhas têm sido insetos que, nesta época do ano, com o calor e as chuvas, vêm causando certo incômodo aos gaúchos, com a multiplicação de ocorrências relacionadas a ataques. Indispensáveis para o equilíbrio ambiental, elas  possuem ferrões que podem inclusive matar. Os números de ocorrências confirmam o problema. Somente na primeira semana do mês de janeiro, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Estado, 393 ocorrências foram atendidas, uma média de 56 por dia. Ano passado, houve 14.032 ocorrências e em 2024 foram 8.154. Os fatos mostram que a questão não está restrita a apenas uma região gaúcha, com vários municípios registrando ataques de abelhas, tanto a animais quanto a pessoas.

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, recentemente emitiu uma nota aos veículos de imprensa onde afirma que somente faz o extermínio dos enxames quando eles estiverem oferecendo riscos à população, atacando uma escola ou uma residência, por exemplo. Se houver riscos, a recomendação é que seja contatado um apicultor, que é o profissional que lida com estes insetos e pode tomar as medidas cabíveis.

Em entrevista à Rádio Esmeralda na manhã desta terça-feira, o biólogo Herbert Hasse disse que em caso de ataque, a orientação é procurar abrigo em um local seguro e fechado. Quando houver um enxame, é importante fugir e nunca atacar as abelhas. Elas não atacam apenas se tornam mais sensíveis nesta época do ano.

Caso alguém aviste um enxame alojado em uma casa, por exemplo, ele orientou como proceder. Em caso de picada, recomenda-se que o ferrão seja retirado com cuidado e atenção para que não seja injetado mais profundamente na pele, e o local da lesão seja lavado com água e resfriado com gelo. Na maioria dos casos não é necessário atendimento médico, porém se a dor não passar ou se a vítima apresentar sintomas alérgicos, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.

Ouça a entrevista clicando abaixo

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