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Sonhos

 

Nem sempre o objetivo do sonho é o sucesso, mas sim nos livrar do  comodismo

Deus criou as pessoas para amar e as coisas para cuidar, não raro amamos as coisas e usamos as pessoas, como se coisas fossem.

O mais próximo de nós, somos nós mesmos; somos a alegria de quem nos ama, a tristeza de quem nos odeia e a ocupação de quem nos inveja.

Às vezes somos como as pessoas nos vêem; podemos ser leves como uma brisa ou fortes como uma ventania; tudo  vai depender de quando e como as pessoas  cruzam o nosso caminho. Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles confinados em nossa mente, ou no campo social, acabam nos controlando. Nem sempre o objetivo principal dos sonhos é o sucesso, mas sim nos livrar do fantasma do comodismo.

Às vezes, para as pessoas não somos nada; nunca seremos nada; não podemos querer ser nada. Á parte isso, temos o direito de ter todos os sonhos do mundo; pois a vida é para quem tem coragem de enfrentar desafios; e não para aqueles que desanimam no primeiro obstáculo.

Se quisermos o brilho do sol, primeiramente temos que adquirir habilidades para superarmos as tempestades; ter coragem para atravessar o breu da noite; não depender totalmente de milagres; a vida é uma grande aventura onde noites e dias se alternam.

Às vezes somos heróis em alguns momentos e vilões em outros; as vezes somos maduros em determinadas funções da inteligência e ingénuo em outras; pois aquele que não ouve a melodia, imagina maluco aquele que dança.

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