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Vacaria tem mais de 1.400 animais de rua; comissão foca em educação escolar e castração para reverter cenário

 Vacaria tem mais de 1.400 animais de rua; comissão foca em educação escolar e castração para reverter cenário

Foto: Divulgação/Rádio Esmeralda.

Em entrevista concedida ao programa Comando Geral da Rádio Esmeralda nesta quarta-feira (22), o vereador Carlos Zibetti (União Brasil), presidente da Comissão Especial da Causa Animal da Câmara de Vereadores, apresentou um diagnóstico preocupante sobre a realidade do município. Segundo dados do censo animal recente, Vacaria conta atualmente com mais de 1.400 animais vivendo em situação de rua.

Zibetti ressaltou que a rede de acolhimento está sobrecarregada: a grande maioria desses animais encontra-se sob a guarda de ONGs locais ou em lares temporários de protetores particulares, que atuam no limite de suas capacidades físicas e financeiras.

Educação como pilar de mudança

Para o parlamentar, o abandono e os maus-tratos são, fundamentalmente, uma “questão cultural”. Diante disso, uma das primeiras ações estratégicas da Comissão será a realização de palestras educativas nas escolas da rede municipal. O objetivo é transformar as crianças em agentes multiplicadores, levando para dentro de casa novos conceitos de posse responsável e respeito aos animais, visando uma mudança de comportamento a longo prazo na sociedade vacariense.

O censo animal também mapeou os pontos de maior vulnerabilidade na cidade. Os bairros Municipal, Kennedy e Barcelos foram identificados como as regiões que concentram o maior número de animais não castrados. Esses dados servirão de base para direcionar políticas públicas mais assertivas.

O vereador enfatizou que a solução definitiva passa pelo fortalecimento de políticas públicas de castração em massa, essenciais para o controle populacional. No entanto, Zibetti reforçou que o poder público não consegue agir sozinho; é indispensável que a comunidade se conscientize de que os animais são seres que merecem respeito e cuidado, e que o abandono é um problema que afeta toda a saúde pública do município.

Ouça a entrevista clicando abaixo

 

 

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