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Elegância moral

 

Em qualquer reunião, social ou familiar, devemos sempre nos revestir com o espírito da comunhão fraterna.

Sempre que o espinho da maledicência tentar se misturar com as flores do entendimento amigo, procuremos isolá-lo no algodão da bondade, sem desrespeitar os ausentes e sem ferir os que falam.

As referências nobres sobre as pessoas, sobre os acontecimentos e circunstâncias em que os fatos se dão, são sempre indícios de lealdade e elegância moral.

Ignoremos, em todas as ocasiões qualquer manifestação de frases depreciativas que nos sejam dirigidas direta ou indiretamente.

Evitemos piadinhas e anedotas que ultrapassem as fronteiras do respeito ao convívio fraterno e cristão. Jamais rir ou fazer rir em reuniões sérias.

Ante as pessoas que estejam discorrendo sobre assuntos edificantes ou de interesse coletivo, não fiquemos cochichando ou bocejando, pois, semelhantes atitudes expressam desinteresse e desrespeito com os temas em foco e, principalmente, com quem está falando.

Nunca saiamos, sem razão, de um recinto no qual esteja acontecendo algum tipo de apresentação, pois, as apresentações de ensinamento, arte ou oratória exigem acatamento e absoluto silêncio.

Assim, devemos aproveitar os eventos sociais, religiosos ou mesmo políticos, para construir e auxiliar, doando aos outros o “melhor de nós”, para que o “melhor dos outros” venha ao nosso encontro.

Que tenhamos uma quarta-feira com muita saúde e aprimoramento no valor coletivo e na fraternidade que enobrece o nosso espírito.

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