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Veja os 10 “reis” de departamento médico no Brasil

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Em alguns casos, falta de sorte. Em outros, uma grave lesão até hoje não curada completamente. Também há casos em que falta comprometimento ao jogador e outros ainda em que a idade começa a pesar. São os “reis” de departamento médico, jogadores que passam mais tempo realizando fisioterapia do que calçando as chuteiras.

Pedrinho – aposentado

Desde que sofreu uma séria lesão no joelho, há 11 anos, Pedrinho nunca mais foi o mesmo. Carismático e habilidoso, o meia sempre foi querido pelas torcidas do Vasco, Palmeiras, Fluminense e Santos, seus últimos clubes, mas sempre esteve com problemas físicos. A temporada 2007, na Vila Belmiro, foi uma exceção de regularidade. Depois de cair para a Série B na volta a São Januário e um 2009 de mais lesões no Figueirense, anunciou a aposentadoria precoce aos 32 anos.

Reinaldo – Botafogo

Quando passou pelo Santos, a brincadeira sobre Reinaldo é de que ele era um estagiário de medicina, tamanho era o tempo que passava no departamento médico. Depois de algumas temporadas no exterior, ele assinou com o Botafogo em 2009 e continua o mesmo: já teve pelo menos três problemas diferentes e atualmente é desfalque.

Marcelo Oliveira – Corinthians

Uma séria lesão de joelho deveria ter parado a carreira do volante por cerca de seis meses, mas Marcelo Oliveira sofreu uma séria infecção e precisou fazer outras duas cirurgias, correndo até mesmo risco de amputação. De volta aos gramados, foi importante na decisão da Copa do Brasil – mas se machucou logo em seguida.

Romerito – Goiás

Um dos mais experimentados jogadores do Goiás, o meia Romerito praticamente ainda não conseguiu atuar nesta temporada e traz problemas físicos desde o ano passado. No início de junho, foi anunciado que estaria de volta aos treinamentos, mas até hoje se recupera de uma cirurgia de hérnia de disco.

Wagner – Cruzeiro

Prestes a se transferir para o futebol russo, o meia Wagner deve deixar saudades no departamento médico do Cruzeiro, um dos mais frequentados do futebol brasileiro. Só em 2009 já colecionou uma entorse no pé esquerdo, lesão de tornozelo e estiramento muscular. Não é novidade para o jogador, tão talentoso quando suscetível a contusões – nesta temporada, atuou em metade dos jogos do time.

Sorín – Cruzeiro

Em dois anos no Hamburgo, o argentino Sorín realizou pouco mais de 20 jogos e rescindiu o contrato. Na chegada ao Cruzeiro, depois de alguns meses de reabilitação, foi incorporado ao elenco principal, mas teve uma temporada 2009 de outras várias contusões. Há poucas semanas, confirmou a aposentadoria.

Marques – Atlético-MG

Grande ídolo atleticano, o atacante Marques sofre com lesões sérias desde que se tornou profissional no Corinthians. Em 2009, ainda não conseguiu pisar no gramado após mais de sete meses de recuperação de uma cirurgia.

Bosco – São Paulo

Ser o reserva de Rogério Ceni é sempre difícil. Afinal, o capitão são-paulino é o famoso fominha, que nunca gosta de ficar de fora. Pois quando as oportunidades surgiram para Bosco, em mais de uma ocasião, o goleiro se machucou e abriu caminho para Denis. Pura falta de sorte do pernambucano.

Adaílton – Santos

Em quase dois anos, Adaílton só disputou 25 jogos com a camisa do Santos. Zagueiro de boa técnica e muita personalidade, seu problema tem sido mesmo os joelhos, que também acometem mais dois santistas: Fabiano e Maikon Leite.

Leandro Amaral – Fluminense

Dono de um dos mais altos salários do futebol carioca, o atacante Leandro Amaral é um péssimo negócio para o Fluminense. Só tem uma dúzia de partidas em 2009 e o que parecia ser uma leve lesão se agravou bastante. Hoje, a dupla de ataque titular que devia formar com Fred só é vista no departamento médico.

 

Crédito: Terra

 

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