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Ufrgs reabrirá inscrições no vestibular devido à nova Lei das Cotas

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Regulamentada há 11 dias, a Lei das Cotas irá influenciar a próxima edição do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). A universidade anunciou nesta sexta-feira que reabrirá as inscrições para o vestibular 2013, que haviam se encerrado no domingo passado. Os candidatos que tiveram sua inscrição efetuada e confirmada pela Comissão Permanente de Seleção (Coperse), conforme o primeiro edital, deverão fazer reopção dentro da modalidade em que se enquadrarem entre a meia-noite da próxima segunda-feira até as 23h59min de 5 de novembro.

A medida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário (Consun), na manhã desta sexta-feira. Um novo edital será publicado na próxima segunda-feira. Candidatos que tiveram sua inscrição efetuada e confirmada pela Comissão Permanente de Seleção (Coperse), conforme o primeiro edital, deverão fazer reopção dentro da modalidade em que se enquadrarem. Quem ainda não se inscreveu terá uma nova oportunidade.

A data do vestibular se mantém de 13 a 16 de janeiro de 2013, com provas nas cidades de Porto Alegre, Bento Gonçalves e Imbé.

A Ufrgs informou que continuará reservando 30% das vagas de todos os cursos de graduação para o Programa de Ações Afirmativas. Essa reserva, porém, será dividida igualmente entre quatro modalidades, introduzindo mudanças nos critérios para habilitar-se às vagas reservadas, conforme determinado na legislação aprovada.

O candidato que deseja disputar as vagas reservadas às cotas terá, então, que optar, por uma das seguintes modalidades:

a) egressos do ensino médio de escola pública com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo nacional per capita;

b) egressos do ensino médio de escola pública com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo nacional per capita, com registro de autodeclaração étnico-racial (negro, pardo ou índio);

c) egressos do ensino médio de escola pública com renda familiar bruta superior a 1,5 salário-mínimo nacional per capita;

d) egressos do ensino médio de escola pública com renda familiar bruta superior a 1,5 salário-mínimo nacional per capita, com autodeclaração étnico-racial (negro, pardo ou índio).

 

Crédito: Correio do Povo

 

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