• TEL: (54) 3231.7800 | 3231.2828 (PEDIDOS DE MÚSICAS)

Tráfego espacial é “colméia de satélites”, diz Nasa

Digiqole ad

A ESA, agência espacial européia, divulgou nesta quinta-feira uma simulação computadorizada do intenso tráfego espacial ao redor da Terra, algo que a Nasa, agência espacial americana, batizou hoje em seu site de “colméia de satélites”. O trânsito espacial – formado por sondas em operação e desativadas, propulsores de foguetes usados e entulhos – não fica atrás das grandes metrópoles mundiais, abrigando cerca de 6 mil satélites colocados em órbita desde 1957.

Os satélites e o lixo registrados na imagem são baseados na densidade real dos objetos, mas de acordo com a Nasa, foram representados em tamanho exagerado e são bem menores em comparação com o planeta. Em órbitas mais distantes, a montagem da ESA também identificou que a movimentação desses equipamentos também é grande.

Segundo as agências espaciais, existem aproximadamente 18 mil objetos feitos pelo homem acima da atmosfera terrestre. A Rússia (antiga União Soviética) foi a primeira a utilizar o espaço como atividade comercial e científica durante a corrida espacial – disputa travada com os Estados Unidos em meio à Guerra Fria.

Apesar do esforço de segurança das agências espaciais em rastrear todo e qualquer fragmento que circule ao redor do nosso planeta, a medida não impediu a colisão entre dois satélites – um militar desativado da Rússia e um de comunicação dos EUA – na última terça-feira.

O choque provocou o lançamento de ao menos 600 fragmentos para o espaço, afirmaram as autoridades, aumentando o risco de outros satélites serem atingidos e danificados. Especialistas afirmam que embora o risco de colisões entre satélites seja muito pequeno, agora que aconteceu um, é maior a probabilidade de que outro ocorra.

A própria Estação Espacial Internacional (ISS), atualmente com três astronautas, está em estado de alerta. A Nasa informou que o risco de bater em resquícios dos dois satélites é pequeno, já que ela orbita a Terra em uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão.

No entanto, um impacto até mesmo com pequenos fragmentos poderia ser fatal para a tripulação da ISS ou para futuras viagens de ônibus espaciais. Por isso, a necessidade das autoridades em controlar o tráfego no espaço.

 

Crédito: Terra

 

Digiqole ad

Relacionados

Open chat