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STJD tira taça e vaga do Brasília na Sul-Americana; time contesta e recorre

 STJD tira taça e vaga do Brasília na Sul-Americana; time contesta e recorre
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O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) puniu nesta segunda-feira (28) o Brasília, que havia conquistado o título da Copa Verde de 2014. Em decisão da primeira comissão disciplinar, o órgão aplicou multa de R$ 100 e excluiu o clube do Distrito Federal da competição regional que valia vaga na Copa Sul-Americana do próximo ano – caso a pena seja confirmada, o classificado será o Paysandu. A diretoria da equipe apontou erro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e já decidiu recorrer.

“Foi um equívoco total do STJD. O Brasília fez absolutamente tudo de forma correta. Fomos punidos pela escalação irregular de quatro jogadores que nunca saíram do BID [Boletim Informativo Diário, documento que registra atletas na CBF]. A CBF diz que eles foram colocados de forma retroativa no dia 18, mas eles nunca saíram. Temos todas as provas disso”, disse Régis de Carvalho, gerente de futebol do time do Centro-Oeste.

A punição ao Brasília deve-se à escalação irregular de quatro jogadores (o lateral direito Fernando, o zagueiro Índio, o meia Gilmar e o atacante Igor). No dia 21 de abril, todos participaram da vitória por 2 a 1 sobre o Paysandu, no segundo duelo da decisão da Copa Verde – o resultado levou a disputa para os pênaltis, e a equipe do Distrito Federal ficou com a taça.

Dias depois, o Paysandu denunciou o Brasília porque os nomes dos quatro jogadores não estavam no BID. O julgamento foi inicialmente marcado para 15 de julho, mas teve de ser reagendado porque o réu apresentou novas provas.

Itamar Côrtes, advogado contratado pelo Paysandu para o caso, chegou a dizer na época que as provas do Brasília eram “suspeitas” e que o aparecimento delas era “milagroso”.

Um dia depois, em 16 de julho, a CBF admitiu em ofício que houve um problema com a entidade. No documento, a instituição diz que os contratos dos jogadores do Brasília foram devidamente registrados e que não foram publicados no BID porque houve uma “reprogramação do sistema de informática”.

“Eu acredito que a condenação tenha se baseado na ideia de que eram contratos novos, mas eram jogadores que já estavam conosco. Eles tinham contrato findando no dia 20 de abril, mas fizeram uma prorrogação até 20 de maio. O tribunal deve ter achado que eram vínculos novos”, disse Carvalho.

Com o recurso do Brasília, que ainda não foi apresentado, a disputa vai ao pleno do STJD. O julgamento nessa instância ainda não tem data marcada.

 

Crédito: UOL

 

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