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Skank cita Messi em música, mas aposta no Brasil: ‘Grupo é simpático’

 Skank cita Messi em música, mas aposta no Brasil: ‘Grupo é simpático’
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‘Aléxia’ é homenagem a golaço de jogadora do time feminino do Barcelona.
Banda de ‘É uma partida de futebol’ comenta versos do hit futebolístico.

Assim que o G1 publicou um texto sobre o novo disco do Skank, parte da imprensa de língua espanhola se impressionou com o fato de uma banda brasileira ter música que versa sobre Messi. “Aléxia” tem letra de Nando Reis e cita o argentino para homenagear uma atacante do time feminino do Barcelona, a tal Aléxia. O meia estreia com a Argentina neste domingo na Copa, contra a Bósnia, no Rio.

“Hendrix, Elvis, Messi e hoje / Brilha nova estrela dessa galáxia”, canta Samuel Rosa, vocalista do grupo mineiro. “A gente viu jornal do Chile, México… dizendo ‘banda brasileira homenageia Messi’. Não deixa de ser homenagem, por colocarmos na prateleira de Hendrix e Elvis. Mas o mote é a menina [veja golaço de Aléxia]. Chamou a atenção por ser uma banda brasileira e falar do Messi”, explica Samuel ao G1. “No ano de Copa, as pessoas poderiam pensar ‘por que não estão falando do Neymar?’. Não é assim, o bacana é essse drible”.

Sem oportunismo e ufanismo
Os versos de “Aléxia” não são tão diretos quanto os de “É uma partida de futebol”. E Samuel sabe disso, claro. “Parece compreensível, que uma banda como Skank volte a falar de futebol, mas não sobre Copa do Mundo. Não somos sambistas dos que só tocam samba no carnaval… A gente acompanha futebol o tempo todo. Se a gente fizesse uma música mais ufanista, talvez estaria caindo no oportunismo”, diz Samuel. Para ele, tem um monte de gente que não tem a ver com futebol cantando sobre Copa. “O fato é que recebi o vídeo do pessoal com um gol desta menina, em que ela dribla o time inteirinho. E a menina é muito bonita. Eu comentei com o Nando: quem sabe a gente não faz uma música para ela?”, recorda.

O cantor revela que houve “um certo incômodo” anos depois que “É uma partida de futebol” foi lançada. “Ela tocou muito e a gente sempre ouvia: ‘o próximo disco vai ter uma música de futebol?’ Ficou over. Era como uma obrigação. Ela é de 96, nem tinha copa. Por isso talvez ela venha sobrevivendo. É lógico que eu já cansei de tocar. Mas quando eu toco e vejo a resposta do público… O cara esperou dois anos pelo show para ver… Aquilo justifica. A música é maior do que a gente”, compara Samuel.

O vocalista e guitarrista do Skank escolhe o Brasil como favorito. “Pesa o fato de jogar em casa. Esse grupo é simpático, tem um frescor neles. Tem uma insatisfação geral com a Copa. Mas não sinto com relação à seleção brasileira. Tem uma dose de compreensão: os caras estão fazendo o papel deles”, explica.

‘PARTIDA DE FUTEBOL’ AINDA É ATUAL?
Samuel Rosa comenta versos da famosa música do Skank

‘O meio campo é lugar dos craques’
“O Brasil tem uma tradição violenta de camisa 10… Zico, Pelé. O Brasil se ressente de ter nessa posição um craque referência. Como Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo… Essa é a posição mais carente do Brasil. Gosto do Oscar. A dúvida é quem vai jogar do lado do Oscar… Vai com três atacantes? Vamos ver. Eu gostaria de ter um camisa 10 com mais cancha, mais experiêcia. É o lugar onde falta um grande talento”

‘O centroavante, o mais importante’
“O camisa 10 é o mais importante. Essa é minha discórdia com o Nando Reis. Sobre o Fred, não tem ninguém para a posição melhor do que ele”

‘O goleiro é um homem de elástico’
“Eu gosto do Júlio Cesar. Se ele não fosse tão polêmico, não teria tanta gente implicando. A falha contra a Holanda não foi isso tudo. Ele falhou, mas não foi só ele. Não foi clamorosa. Ele só errou a saída. A boa saída é algo que falta ao goleiro brasileiro. O europeu é mais ousado. Eu só não entendi os motivos que o levaram a ir para o Canadá”

‘Os laterais fecham a defesa’
“O Brasil precisa do talento do Marcelo e do Daniel Alves na frente. Não sei se o Hulk é o cara a ser sacrificado, se poderia ter três volantes. Se fosse eu o técnico, não abriria mão dos dois. São os melhores do mundo, principalmente na questão ofensiva. Para recompor o time, colocaria alguém cobrindo mais”

 

Crédito: G1

 

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