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Sem incluir a Arena do Grêmio, OAS pede recuperação judicial

 Sem incluir a Arena do Grêmio, OAS pede recuperação judicial
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Investigado por suspeita de corrupção na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, o Grupo OAS entrou com um pedido de recuperação judicial de nove de suas empresas na Justiça do Estado de São Paulo nesta terça-feira. No comunicado divulgado pela empreiteira, não está incluída a Arena Porto-Alegrense, empresa gestora da Arena do Grêmio – o clube negocia a compra da gestão do estádio.

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O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, disse ter se informado do tema somente pela imprensa. Para ele, a negociação com a OAS não se alteraria mesmo que a Arena fosse incluída na recuperação judicial. Nesse caso, qualquer acordo entre as duas partes só precisaria ser chancelado depois pela Justiça.

— Prefiro aguardar para ver o andamento do processo — afirmou.

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A proposta de compra feita pelo Grêmio é de R$ 396 milhões, a serem pagos ao longo de 20 anos. Além disso, o clube entregaria o terreno do Estádio Olímpico para sua posterior implosão – que dará lugar a um empreendimento imobiliário e comercial. As bases já haviam sido aceitas pela construtora e estavam em vias de ser  sacramentadas quando estourou o episódio da Lava-Jato.

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Estão incluídas no pedido de recuperação judicial as empresas OAS S.A., Construtora OAS, OAS Imóveis S.A., SPE Gestão e Exploração de Arenas Multiuso, OAS Empreendimentos S.A., OAS Infraestrutura S.A., OAS Investments Ltd., OAS Investments GmbH e OAS Finance Ltd. Segundo comunicado do grupo, a recuperação judicial “foi o melhor caminho encontrado pelo Grupo para renegociar suas dívidas com credores e fornecedores diante da intensa restrição de crédito verificada desde o final do ano passado”.

— Vamos vender os nossos ativos num processo de Recuperação Judicial para dar segurança aos investidores de que não correrão risco de ter seu negócio contestado na Justiça pelos credores da OAS. O desinvestimento em ativos é motivado também pela decisão de priorizar o core business do Grupo, que é o nosso braço de construção pesada, a Construtora OAS — afirma Diego Barreto, diretor de Desenvolvimento Corporativo da Construtora OAS.

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Além do pedido de recuperação, o Grupo OAS colocará à venda a participação da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio), a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%). Também serão negociadas a Arena Fonte Nova (50%) e a Arena das Dunas (100%).

 

Crédito: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2015/03/sem-incluir-a-arena-do-gremio-oas-pede-recuperacao-judicial-4730228.html

 

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