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Rigotto diz que há “zero chance” de concorrer ao Senado: “O momento passou”

 Rigotto diz que há “zero chance” de concorrer ao Senado: “O momento passou”
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Indicado como um dos possíveis substitutos de Beto Albuquerque (PSB) como candidato ao Senado, o ex-governador Germano Rigotto (PMDB) refuta fortemente a possibilidade:

– Não há chance nenhuma.

A vaga de candidato ao Senado está aberta após a saída de Beto Albuquerque, que será vice na chapa de Marina Silva (PSB). Magoado com o imbróglio que se transformou a decisão do candidato do PMDB ao Senado, Rigotto não quer mais concorrer. Disse que está tudo nas mãos do partido e que agora, já com a campanha de TV no ar, a chance de ele entrar na disputa é zero.

– Eu tinha vontade, estava preparado, acho que poderia realizar um grande trabalho no Senado, mas a forma como o processo andou afastou essa possibilidade.

Confira os principais trechos da entrevista que Germano Rigotto deu a ZH por telefone na manhã desta quarta-feira.

O seu nome é cogitado para substituir Beto Albuquerque como candidato ao Senado. O senhor aceitaria concorrer?
Não. Eu já afastei essa possibilidade, não há chance nenhuma, tu entende? Passou o momento. Eu estava preparado para ser candidato, acho que tinha condições de ganhar a eleição. Eu não tenho dúvida que este quadro que está aí hoje não seria o quadro se eu tivesse sido candidato. Tem gente que não estaria concorrendo. Agora, assumir uma candidatura dentro de um processo andando, com os candidatos aí na rua, com campanhas já organizadas, com televisão já tendo iniciado… Sabe? Se a minha candidatura tivesse surgido naturalmente, como era vontade incrível na base há coisa de três, dois meses, seria diferente. Hoje, não. Essa possibilidade não existe mais. Não tem possibilidade. Zero chance. Não tem possiblidade nenhuma, nenhuma.

Mesmo que haja convite do partido?
Eu tinha vontade, estava preparado, acho que poderia realizar um grande trabalho no Senado. Mas as circunstâncias, a forma como o processo andou, afastou essa possibilidade. Infelizmente. Essa possibilidade deveria ter acontecido naturalmente, normalmente, mas há uns dois meses, três meses. Eu sempre disse que, se o Simon fosse o candidato, ele era o candidato. Como ele dizia que não concorreria, meu nome surgiu com força na base partidária e fora do partido. Mas aí o Simon assumiu a candidatura, depois voltou atrás, aí declarou apoio ao Beto para fortalecer a coligação, então isso foi afastando totalmente a possibilidade de uma candidatura. Então, não existe mais isso. E é isso, eu estou vendo um movimento do Simon, da Marina, do Beto, a possibilidade de o Simon ser candidato. O partido vai encontrar o seu caminho. Mas a minha candidatura não tem mais nenhuma chance de acontecer.

O senhor acha que o seu nome seria o natural depois da desistência de Pedro Simon?
Não é que eu acho, todo mundo dizia isso na época. Se tu fosse na base partidária, havia uma expectativa enorme de todo o Estado que eu fosse o candidato. Por mais que o partido tenha até bons nomes, mas era natural a minha candidatura se o Simon não fosse candidato. Eu via com muita naturalidade e tinha muito apoio na base. Agora, é passado. Não adianta a gente ficar falando no que poderia ter acontecido. Não aconteceu, agora é que não pode mais acontecer. Agora não tem condições.

E, na sua opinião, quem seria esse nome?
Acho que o partido vai definir. Não tenho eu que ficar dizendo o que que o partido tem que fazer. Acho que o partido vai tomar sua decisão. Tem uma executiva, tem o presidente Edson Brum, ele vai saber conduzir esse projeto. Vamos ver agora, vamos ver o desdobramento. Agora, sobre a possibilidade da minha candidatura: não existe mais. Ela existiu, era concreta, era forte, as circunstâncias da minha candidatura mudavam as características desse quadro que está aí, não seria esse quadro de candidatos, mas passou. Isso não aconteceu, então a possibilidade de concorrer não existe mais.

 

Crédito: ClicRBS

 

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