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Projeto de telefonia 4G em Porto Alegre deve ser votado em março

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Deve ser votado no próximo mês o projeto de lei do vereador Airto Ferronato (PSB) que propõem mudanças nas normas que regulam a instalação de Estações de Rádiobase (ERBs), em Porto Alegre. Caso aprovado, as alterações nas potencias e distribuição das antenas, permitirão a utilização da tecnologia de quarta geração, conhecida como 4G, no sistema de telefonia móvel.

De olho no acesso rápido à internet sem fio durante a Copa de 2014, a exemplo de outras cidades, as operadoras de telefonia argumentam que a alteração da chamada Lei das Antenas é uma das exigências feitas pela
Federação Internacional de Futebol Association (Fifa). Em Porto Alegre, há cerca de 450 estações radiobase. “Teremos inúmeros benefícios, como a possibilidade das novas redes atuarem em frequência bem mais alta, mas para isso é necessário cerca de três vezes mais antenas para cobrir a mesma área. Além disso, e o mais importante, os equipamentos emitiriam muito menos radiação do que há 10 anos, quando a lei atual foi criada”, explica Ferronato, que tem o apoio de 80% dos vereadores. Segundo o parlamentar, é preciso avançar junto com a tecnologia, sem descuidar do meio ambiente.

O projeto, que tramita nas comissões de Justiça, de Finanças e de Saúde e Meio Ambiente, está calçado em um parecer do grupo temático de telecomunicações da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs) e nas queixas das operadoras. Por isso, o texto altera a lei atual, com a diminuição de 500 metros para cinco metros a distância mínima entre torres de celular e aumento da rapidez nas transmissão de som e imagem.

De acordo com o diretor da Fiergs responsável pelo estudo que deu suporte ao projeto, Carlos Garcia, a alteração é necessária para que as operadores de telefonia não deixem de investir no Rio Grande do Sul. “A questão ambiental e paisagística foram consideradas e não há perigo para Porto Alegre. As novas tecnologias são pelo menos 10 vezes menos agressivas do que em 2002, quando a lei foi aprovada”, resumiu Garcia, que também é coordenador do Grupo Telecomunicações da Federação.

 

Crédito: Correio do Povo

 

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