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Polícia apreende crack em Ipê

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Nesta terça-feira, 13 de março de 2012, após receber informações da Polícia Civil de Vacaria, sobre possível deslocamento de suspeito de tráfico de drogas do município de Ipê, foi montado uma operação pela Brigada Militar da área da 2º Cia36º BPM, coordenadas pelo Capitão Juliano Amaral.

A Polícia Civil de Ipê, através da Inspetora Paula, com apoio do Serviço de Inteligência Policial (SIPAC) da Delegacia de Polícia Regional (DPR) de Vacaria, onde o responsável é o Delegado de Polícia João Estevam Mazine da Silva, vinha realizando investigações desde o dia 18 de janeiro do corrente ano do possível envolvimento no crime de tráfico de um morador de IPÊ, de 37 anos.

Segundo o Inspetor Abreu, Chefe do SIPAC-DPR Vacaria, há mais de um ano o suspeito, após a saída do presídio, passou a residir em Ipê, onde a Polícia Civil teve conhecimento de que era ele um dos responsáveis pelo abastecimento de drogas ilícitas naquela região, o alvo, segundo o inspetor do Serviço de Inteligência já tinha inúmeras passagens policiais, por crimes de furto, roubo, receptação, formação de quadrilha nas cidades de Encantado e Farroupilha, inclusive com passagens pelo presídio industrial de Caxias do Sul, Penitenciaria Modulada de Montenegro e no Presídio Central de Porto Alegre, diante disto é que foi deflagrada a operação em conjunto com a Brigada Militar.

A BM abordou o suspeito, de moto, chegando a Ipê/RS, trazendo consigo cocaína, escondida no capacete e também foi localizado pelos policiais cerca de 200 gramas de crack. O qual foi apresentado preso em flagrante na DP de Antônio Prado quando a Delegada Marinês, titular da DP de São Marcos e respondendo pela DP de Antônio Prado, presidiu no Auto de Prisão em Flagrante do traficante, que foi recolhido ao presídio de Nova Prata.

Segundo o inspetor Abreu, o crack é conhecido como a cocaína dos pobres , pois é obtido a partir de rejeito da pasta base de cocaína , e por custar mais barato é consumido pelas camadas mais pobres da população .
É muito usado por jovens e crianças de rua, sendo que há crianças com apenas 10 anos que passam o dia fumando crack . Porém, nos últimos anos passou a ser usado por jovens de classe média e alta, tendo a cocaína como porta de entrada.

É feito em forma de pedra, para fumar em cachimbos. Os traficantes misturam a droga com outras substâncias, como o bicarbonato de sódio e amônia. “Para aumentarem o volume, adicionam também cal e anestésicos como a lidocaína, segundo o inspetor da PC Gaúcha. A mistura é fervida e depois filtrada, transformando-se em pequenas pedras. Uma grama de cocaína pode custar até R$ 30, uma pedra de crack custa R$ 5,00. Na operação em conjunto entre BM e PC foram apreendidas mais de 200 gramas de entorpecentes, que iria ser comercializados nos municípios da região.

“Nenhuma droga danifica o cérebro com tanta rapidez. O viciado perde completamente o senso de julgamento e a responsabilidade. Fica agressivo. Para comprar as pedras, é capaz de roubar o dinheiro dos pais e objetos da própria casa. Muitos, sem nenhum antecedente de delinqüência, passam a assaltar”, finaliza o Agente da Polícia Civil.

 

Crédito: Polícia Civil

 

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