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PMDB e PSB irão pressionar Rigotto a concorrer ao Senado

 PMDB e PSB irão pressionar Rigotto a concorrer ao Senado
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Com a campanha em andamento, o PMDB e o PSB elaboraram uma estratégia para convencer o ex-governador Germano Rigotto a concorrer ao Senado na vaga que antes era de Beto Albuquerque (PSB), alçado ao posto de vice-presidente da chapa de Marina Silva. No decorrer desta sexta-feira, Rigotto será procurado pelo senador Pedro Simon, pelo candidato do PMDB ao Piratini, José Ivo Sartori, e por Beto.

Os três irão apelar e pressionar, em encontros pessoais e por telefone, para que ele aceite se candidatar. O ex-governador, nome que consegue empolgar as bases do partido no Interior, se tornou a tábua de salvação da coligação porque os outros cotados enfrentam diferentes problemas. Simon, aos 85 anos, recebeu recomendações médicas para se afastar da campanha.

José Fogaça e Ibsen Pinheiro concorrem, respectivamente, a deputado federal e estadual. O ex-prefeito Fogaça, que tinha interesse em concorrer ao Senado antes da indicação de Beto, ainda ficou descontente com a condução do processo da escolha do candidato ao Senado.

A tarefa de Simon, Sartori e Beto não será fácil. Rigotto, outro que desejava se candidatar ao Senado, vaga que acabou destinada ao aliado PSB, resiste à ideia de ser lançado agora, já com a propaganda na TV em andamento e a pouco mais de 40 dias da eleição. Um dos episódios que desgatou Rigotto ocorreu quando uma reunião de seis peemedebistas na churrascaria Barranco culminou com a definição de que Simon concorreria. Depois, na formatação da aliança, Simon desistiu e o posto foi passado a Beto, do PSB.

— O Simon me disse várias vezes que não seria candidato. Depois, ele demonstrou vontade de ser. Por último, voltou atrás e passou o bastão para o Beto. A minha candidatura foi se inviabilizando. Eu entendo a pressão, mas também é preciso compreender que não há a mínima lógica em jogar agora no meu colo uma candidatura ao Senado que eu desejei. Não há a mínima possibilidade — afirmou.

Rigotto ainda entende que, se tivesse sido confirmado como candidato até a convenção de junho, o cenário seria mais favorável ao PMDB na disputa pelo Senado. Na avaliação dele, uma candidatura forte do PMDB evitaria o lançamento do nome de Olívio Dutra (PT), que agora corre com chances reais de ser eleito.

 

Crédito: ClicRBS

 

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