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Ministério Público do Trabalho encontra irregularidades em pomar

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Ocorreu hoje (18) a segunda blitz da campanha de fiscalização das condições de trabalho na zona rural gaúcha, uma ação pioneira desenvolvida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em parceria com outras instituições.

Na primeira operação, ocorrida há duas semanas (4), foram resgatados 44 trabalhadores em Lagoa Vermelha, que foram deslocados de suas cidades de origem sem nenhuma garantia de emprego. A diligência de hoje resultou na interdição de uma fazenda na zona rural de Vacaria (RS) e no resgate de aproximadamente 60 trabalhadores.

O Procurador do Trabalho Ricardo Garcia, em parceria com os Auditores do Ministério do Trabalho, constatou as más condições de conforto e higiene nos alojamentos destinados aos trabalhadores da fazenda. Segundo o Procurador, os trabalhadores estavam expostos à doenças pela infestação de ratos e baratas no local, além de não terem camas suficientes à disposição, o que obrigava alguns a descansarem no chão.

Além da falta de condições, também foi constatado o desrespeito às garantias trabalhistas dos empregados que vinham de Bagé e Uruguaiana para a colheita da maçã no município.

A fiscalização averiguou que os trabalhadores não tiveram a carteira assinada em seus locais de origem, assim como não passaram pelos exames médicos exigidos pela legislação.

Após a liberação dos trabalhadores, o Procurador entrou em contato com representantes da fazenda para providenciar o deslocamento deles para hotéis e pensões de Vacaria. “Haverá a continuidade da diligência que se estenderá a outras fazendas da região”, salienta o Procurador Ricardo Garcia.

 

Crédito: Assessoria de comunicação do MPT/RS

 

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