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Militares brasileiros combatem o crime na fronteira com Argentina, Uruguai e Paraguai

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O governo brasileiro enviou cerca de nove mil militares – equipados com helicópteros de combate, navios-patrulha, aviões de caça e blindados – para as fronteiras do Brasil com o Paraguai, a Argentina e o Uruguai. O deslocamento de tropas para a ´Operação Ágata 5´, começou nesta segunda-feira e deve durar até trinta dias. Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, o objetivo da operação é “repreender a criminalidade”. A Marinha enviou cerca de trinta embarcações – entre elas três navios de guerra e um navio-hospital – para os rios da bacia do Prata. A Força Aérea participa da operação com esquadrões de caças F5 e Super Tucano, além de aviões-radar e veículos aéreos não-tripulados. Já o Exército mobilizou a infantaria e blindados Urutu e Cascavel de três divisões. As três forças usam ainda helicópteros Black Hawk e Pantera, para transporte de tropas e missões de ataque. A operação vai ter, também, o apoio de trinta organismos governamentais – entre eles a Polícia Federal. De acordo com o general Carlos Bolivar, comandante militar do sul, a área crítica de patrulhamento será entre as cidades de Foz do Iguaçu, no Paraná, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul, onde o tráfico de drogas e o contrabando são mais fortes. A operação Ágata foi deflagrada por determinação direta da presidente Dilma Rousseff ao Ministério da Defesa. Desde de 2011, quatro edições da operação já foram desenvolvidas em diversas regiões de fronteira do Brasil. Nas operações anteriores, foram apreendidas mais de duas toneladas de drogas, trezentas e duas embarcações irregulares e cinquenta e nove armas. As Forças Armadas também destruíram quatro pistas de pouso clandestinas e fecharam oito garimpos e cinco madeireiras ilegais.

 

Crédito: Caiena Multimídia

 

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