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Justiça do RS retoma audiências do processo criminal do Caso Kiss

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As audiências do processo criminal do Caso Kiss para ouvir as testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público têm início a partir das 9h30 desta quinta-feira (22) na Comarca de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. Nesta etapa do processo, o juiz de direito Ulysses Louzada colherá o depoimento de 16 testemunhas de acusação. Ao todo, entre acusação e defesa, serão ouvidas 74 pessoas. Um incêndio em 27 de janeiro de 2013 deixou 242 mortos na casa noturna, na Região Central do Rio Grande do Sul.
Quatro acusados respondem por homicídio tentado e consumado: os sócios do estabelecimento, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, e os músicos da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão. Além desta sessão, outras serão realizadas na sexta-feira (23), no dia 30 de maio e 10 de junho.

“Ouvimos, no início, os sobreviventes de maneira geral. A gente começou o processo vendo a ótica e leitura do sobrevivente. Agora, colhemos as provas testemunhais, ouvindo os indicados primeiramente pela acusação, e depois pela defesa”, explicou o juiz ao G1.
Três sobreviventes que moram em outros estados serão ouvidos por meio de carta precatória. Uma delas já está marcada e será na cidade de Colombo, no Paraná, no dia 21 de agosto, às 15h45. As demais serão realizadas em Teresina, no Piauí, e em Tubarão, em Santa Catarina, em datas ainda a serem marcadas. Para facilitar a condução do processo, o Conselho da Magistratura (COMAG) do Tribunal de Justiça autorizou que o Juiz Ulysses Louzada presida as cartas precatórias.

O processo ainda está na fase de instrução, ou seja, produção de provas e oitiva de testemunhas. Até o momento, o magistrado já ouviu 111 sobreviventes do incêndio. O processo criminal já ultrapassa 11 mil páginas.

“Depois que foram ouvidas essas pessoas, até 10 de junho, vou decidir a necessidade de limpeza e recolhimento dos objetos no prédio onde ocorreu o incêndio. Um requerimento das defesas pediu uma perícia desses materiais colhidos dentro da casa noturna. A partir disso, vou ver se há possibilidade de realizar a reconstituição”, completou. Conforme Louzada, ainda não há data definida para realizar a reconstituição do incêndio.

 

Crédito: G1RS

 

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