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Instituto gaúcho poderá realizar exame de doença suína

 Instituto gaúcho poderá realizar exame de doença suína
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A disenteria é uma doença que causa muitos prejuízos à suinocultura. O problema, provocado pela bactéria Brachspyra, foi detectado pela primeira vez no Brasil em 1978.

Após diversos trabalhos de desinfecção e tratamentos nas granjas, a ocorrência foi reduzida. Porém, desde o ano passado, os especialistas têm registrado novos casos de disenteria em algumas granjas.

A suspeita é de que uma cepa nova esteja atingindo animais que não têm imunidade contra a doença. O Rio Grande do Sul não tem laboratórios oficiais habilitados a realizar o exame para detecção da bactéria.

“Trata-se de uma bactéria de difícil isolamento e cultura”, explica a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF), Fabiana Mayer.

A disenteria provocada pela Brachspyra pode provocar perda de até cem gramas por dia na conversão alimentar.

O Fundesa (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal) vai custear um treinamento para pesquisadores do IPVDF na Universidade Federal de Minas Gerais, com especialistas no assunto.

Conforme o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, trata-se de uma doença importante para o rebanho suíno, e “é preciso ter um laboratório oficial no estado para a realização dos testes.”

Ainda segundo Kerber, a recomendação nos casos desta doença é realizar a despopulação da granja e vazio sanitário. “Isso demonstra a importância de adotar todos os cuidados relacionados à biossegurança nas granjas pois trata-se de uma doença que deve ser muito bem controlada”, afirma.

 

Crédito: Adelar Gonçalves/Dep. Jornalismo e Jéssica Mello

 

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