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Hubble fotografa supernova em galáxia anã próxima à Terra

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O telescópio espacial Hubble fotografou uma supernova em uma intensa região de formação estelar situada em uma galáxia anã muito próxima da Terra, informou em seu site a Nasa, agência espacial americana, nesta terça-feira. A supernova N 63A se formou numa área irregular chamada N 63, que integra a galáxia conhecida como Grande Nuvem de Magalhães (LMC, na sigla em inglês), terceira mais próxima da Via Láctea e há 160 mil anos-luz do nosso planeta.

Essa distância parece perto se analisada do espaço, mas para se ter uma idéia 1 ano-luz em cálculos terrestres é o equivalente a 9,5 trilhões de quilômetros.

A violenta nuvem de gás e poeira (supernova) surgiu após a explosão de uma grande estrela neste setor, que inicialmente já era bastante turbulento. Segundo a Nasa, a atividade da LMC proporciona ao Hubble excelentes exemplos de formações estelares e de supernovas remanescentes para serem estudadas.

Como a fotografia do Hubble ilustrou, a N 63A ainda é jovem e suas rajadas elétricas destroem o ambiente com nuvens de gás, possibilitando a formação de estrelas, explicou a agência espacial. Dados obtidos por detectores de ondas registraram o nascimento de corpos celestes entre 10 e 15 mil anos-luz da supernova.

Para os especialistas, em alguns milhões de anos a N 63A poderia atingir estes astros recém-nascidos, causando a formação de novos planetas que orbitam estrelas solares, assim como ocorreu no início do nosso Sistema Solar.

Supernovas
Uma supernova é uma explosão estelar que produz objetos muito brilhantes na esfera celeste e costuma aparecer onde antes não se via nada. Em algumas ocasiões são difíceis de distinguir se o pó que desprendem ofusca seu brilho.

Sua aparição é pouco freqüente, com apenas algumas por galáxia a cada cem anos, mas podem ser vistas de galáxias distantes devido a sua intensa luminosidade.

Galáxia anã
As galáxias anãs são pequenas regiões constituídas por algumas dezenas de bilhões de estrelas. Para o ser humano esta quantidade é estratosférica, mas se comparada à Via Láctea, o número se torna pequeno, já que a galáxia da Terra possui mais de 200 bilhões de corpos celestes.

 

Crédito: Terra

 

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