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Geada não deve causar perdas significativas na agricultura gaúcha

 Geada não deve causar perdas significativas na agricultura gaúcha
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As fortes geadas registradas nos últimos dias não devem causar perdas significativas no cenário agrícola gaúcho. Segundo o extensionista da Emater/RS-Ascar Elder Dal Prá, as perdas devem ser pontuais no trigo, cevada e aveia e um pouco maiores na canola.

“No entanto, nossa área implantada no Estado é pequena, pouco mais de 40 mil hectares, mas somente semana que vem para se ter uma ideia se deu perda ou não. E na fruticultura, mais uns 15 dias, mas como as plantas estão resistentes nesse período, é possível que nem tenha registro. Nos próximos dias, deveremos ter relatos mais ajustados”, explicou.

De acordo com o Informtivo Conjuntural divulgado na quinta-feira (29) pela Gerência de Planejamento da instituição, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, para o campo nativo e para as pastagens de verão, a sequência de geadas e de baixas temperaturas vem ocasionando a queima mais intensa das plantas, reduzindo ainda mais a oferta de forragem para os rebanhos, que já era considerada insuficiente.

“Pode haver redução na pastagem pela paralisação do crescimento e desenvolvimento das plantas e, como consequência, diminuição da oferta de forragem”, disse Dal Prá.

No sistema de criação de gado de corte, baseado apenas no campo nativo, o quadro de perda de estado corporal dos animais se acentuou devido à sequência de geadas e ao insuficiente forrageiro disponível.

Assim como o gado, os ovinos mantidos em pastagens cultivadas de inverno apresentam bom estado corporal, mas os rebanhos mantidos em campo nativo sofrem com a estagnação no crescimento das plantas queimadas pela geada e com altura reduzida.

 

Com informações do site O Sul

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