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Felipão vai trabalhar no Uzbequistão

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Depois de passar os últimos seis meses da temporada passada estudando propostas, o técnico Luiz Felipe Scolari assinou nesta segunda feira contrato de 18 meses com o Bunyodkor, do Uzbequistão. O último trabalho do brasileiro havia sido no Chelsea, de onde foi demitido em janeiro deste ano.

– A opção foi feita em razão de uma série de detalhes, mas principalmente por causa do projeto que me foi oferecido. A idéia do presidente, a forma como fui recebido pelas pessoas nas duas vezes em que estive no Uzbequistão, o projeto do estádio, que ficará pronto em março do ano que vem, e os sete campos de treinamento também pesaram. Enfim, é um projeto que se assimila a outros que eu já trabalhei e que são muito interessantes para mim – justificou Scolari, por intermédio de sua assesoria de imprensa.

O principal objetivo de Felipão no seu novo clube será a conquista da Liga dos Campeões da Ásia. A equipe está classificada para as quartas-de-final, mas o seu adversário ainda não foi definido.

Bunyodkor tem uma boa relação com brasileiros. Além de ter sido treinado por Zico na temporada passada, antes de o Galinho se transferir para o CSKA Moscou, é o time de Rivaldo, com quem Felipão trabalhou na seleção brasileira que conquistou o título da Copa do Mundo de 2002. Segundo Felipão, a intenção da diretoria é divulgar e fortalecer o futebol do Uzbequistão.

– O objetivo é levar alguns nomes no futuro, com grande projeção, embora o maior nome seja o Rivaldo, que é um ídolo, como é no Brasil. Agora, com a minha ida, outros nomes poderão chegar. É um projeto que alguém precisa iniciar de uma forma diferente, como me foi proposto, para que daqui a quatro, cinco, dez anos – afirmou o técnico, que tem a apresentação marcada para o dia 1º de julho.

Voltar ao Brasil está nos planos de Felipão

Luiz Felipe Scolari deixa o futebol europeu depois de quase sete anos. Ele trabalhou de 2003 a 2008 na seleção de Portugal. E depois teve uma passagem de seis meses pelo Chelsea. O técnico não descarta a possibilidade de voltar a trabalhar na Europa no futuro.

-Não, encerrado não. Eu sou um profissional e trabalho onde me dão a oportunidade de crescer, onde possa dar um pouco do meu conhecimento. Não sei o que será depois de um ano e meio. Poderá surgir algum projeto na Europa, mas também existe uma grande possibilidade de eu voltar ao Brasil, pois estou há muito tempo longe de casa. Passei 13 anos fora do país e imagino trabalhar por mais quatro ou cinco. Estou na fase final da carreira, e voltar ao Brasil é algo que eu considerarei quanto meu contrato terminar – analisou.

 

Crédito: Globo

 

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