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Exportações caem 5,9% até agosto no Rio Grande do Sul

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As exportações gaúchas tiveram uma queda de 5,9% nos primeiros oito meses deste ano, conforme levantamento divulgado pela Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE-RS) nesta quarta-feira. Em relação ao mesmo período do ano passado, ainda que o comércio para outros países tenha acumulado 12,1 bilhões de dólares, houve redução de 791,4 milhões de dólares, o que deixou o Rio Grande do Sul com a segunda maior queda do País, atrás apenas do Espírito Santo (-10%).

Mesmo com este cenário, no último mês o Estado retomou a posição de quatro maior exportador brasileiro, no encalço de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, por ter sido responsável por 7,54% das vendas para o exterior. O fato se deve aos preços, que no Rio Grande do Sul apresentaram uma redução menor (-0,2%) que a nacional (-3,2%).

Dentre os principais produtos exportados pela agropecuária, destacam-se as quedas de 267,8 milhões de dólares nas vendas de grãos de soja (-12,2% em valor, -19,9% em volume e crescimento de 9,6% em preços) e de 70,6 milhões de dólares nas exportações de trigo (-15,6% em valor, crescimento de 0,2% em volume e -15,8% em preços).

“No mês, o Rio Grande do Sul teve queda de 1,6%, já no acumulado do ano, foi de -5,9%. Ou seja, o Estado foi mal, mas o Brasil foi pior. Novamente a estiagem pode ser classificada como a vilã, como o complexo soja vai mal, todo o restante sofre. Situação diferente foi verificada no fumo, que teve desempenho favorável de 22,1%% em valor, 28,7% em volume e -5,1% em preços“, explica o economista Bruno Breyer Caldas.

O país que menos importou produtos gaúchos foi a Arábia Saudita com 82,2 milhões de dólares, uma redução de 33,6%. Na sequência aparecem França, com 86 milhões de dólares (-27,2%); Argentina, com 270 milhões (-21,3%); e Paraguai, com 78,8 milhões (-17,6%). Como destaques positivos, houve crescimentos de 96,3 milhões de dólares para os Estados Unidos (10,7%); 80,9 milhões (56,4%) para os Emirados Árabes Unidos; e 72 milhões para o Chile (29,8%).

 

Crédito: Correio do Povo

 

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