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Exames confirmam que morte de rebanho no Noroeste foi causada por bactéria

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Exame realizado pelo laboratório da Universidade de Cruz Alta (Unicruz) confirmou que a morte de 58 bovinos, no mês passado, na região das Missões, foi causada por uma bactéria clostridium. O veterinário Tiago Pereira, que acompanhou o caso, explicou que das 14 variações do microorganismo, duas são responsáveis pela doença chamada carbúnculo, apontada inicialmente como a causa dos óbitos dos animais. A análise não detalhou se a mortandade foi provocada pela enfermidade.

As mortes ocorreram em Entre-Ijuís. Os corpos de 55 animais foram encontrados na manhã de 19 de junho caídos na pastagem. No outro dia, mais três foram achados no meio do mato. A bactéria pode se manter viva no solo por até 15 anos e matar em questão de duas a três horas. A hipótese mais provável é que o contágio tenha ocorrido enquanto os animais pastavam. A estiagem que atingiu a região contribuiu para o problema, pois deixou o gado com imunidade baixa, explicou o veterinário. O proprietário diz que perdeu cerca de 30% dos animais que tinha. O prejuízo estimado foi de R$ 100 mil.

Outros animais morreram em Jóia

Em Jóia, 12 animais morreram também no dia 19 de junho. O veterinário Magno de Medeiros Lucena disse que exame do laboratório da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) confirmou que o rebanho foi vítima do mesmo tipo de bactéria que matou as 58 cabeças em Entre-Ijuís. A distância entre os dois municípios é de cerca de 40 quilômetros.

 

Crédito: Rádio Guaíba

 

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