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Estado do RS tem 17 animais infectados com a doença do mormo

 Estado do RS tem 17 animais infectados com a doença do mormo
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Revelação foi feita pela Seapi em evento promovido pelo CRMV-RS em Alegrete

Os 12 municípios com foco de mormo são:

 

Rolante, Alegrete, Uruguaiana, Santo Antônio das Missões, São Jorge, Cruz Alta, Boa Vista do Cadeado, Nova Ramada, Pelotas, Camaquã, Três de Maio e Porto Alegre.

 

Mais de 50 médicos veterinários participaram da terceira edição do Workshop Mormo: Diagnóstico e Providências, promovido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do RS no Casarão do Parque de exposições de Alegrete.

O presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Píffero, elogiou a iniciativa do CRMV-RS e destacou a importância de tratar a temática do mormo do ponto de vista técnico e não político.

O vice-presidente do CRMV-RS, José Arthur Martins, afirmou que nas três edições do workshop quase duzentos médicos veterinários já foram capacitados através destes eventos e novas edições poderão ser realizadas ainda este ano.

 

O Workshop contou com a presença de médicos veterinários de várias cidades de diversas regiões do estado e também do Uruguai. Um dos participantes internacionais é representante do serviço veterinário de Artigas. Martin Altuna disse que veio ao Brasil, acompanhado de outras três fiscais, para aprender com a experiência brasileira na identificação e controle da doença.

“Há um caso suspeito em Quaraí. Estamos numa zona de risco e não temos um programa de controle, por isso o RS é referência para nós”, afirma.

 

O médico veterinário Henrique Ramos de Oliveira, que falou sobre diagnóstico clínico de mormo disse que o que mais preocupa é que a maioria dos casos da doença é assintomático, por isso quando houver dúvida, em função da dificuldade de diagnóstico diferencial, é importante realizar o teste para mormo.

“Tem que trabalhar em cima do teste para descartar e, aí sim, tratar para outras doenças”, orienta.

A professora da Universidade Federal de Santa Maria, Águeda Castagna de Vargas, que falou sobre Diagnóstico Laboratorial, afirmou que as técnicas que o Rio Grande do Sul está utilizando para a identificação e controle da doença são validadas e usadas em vários países.

 

Durante a apresentação sobre a Visão do Serviço Oficial, o coordenador do Programa de Sanidade de Equídeos da Secretaria da Agricultura, Gustavo Diehl, afirmou que um novo caso foi confirmado, no município de Porto Alegre.

O animal teve a suspeita identificada através do teste de fixação de complemento, mas morreu antes do teste da maleína.

“Como havia sintoma clínico mais teste positivo de fixação de complemento, o foco foi confirmado – conforme as determinações internacionais”, afirma Diehl.

Atualmente o Rio Grande do Sul contabiliza 17 animais infectados em 13 focos localizados em 12 municípios.

Das 60 suspeitas registradas no RS, vinte ainda aguardam resultado final.

 

Crédito: Adelar Gonçalves/Dep. Jornalismo e Thais D’Avila – jornalista CRMV-RS

 

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