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Em sua melhor exibição e com torcida a favor, Brasil atropela Polônia em Nagoya

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O ginásio Nippongaishi Hall, repleto de brasileiros e com várias referências verdes e amarelas, transformava Nagoya em qualquer cidade no Brasil. Assim, em “casa”, a seleção de Bernardinho estreava na segunda fase da Copa dos Campeões contra a perigosa Polônia, atual campeã europeia. Antes do jogo, o técnico pediu cautela e uma exibição melhor que nas vitórias sobre Cuba e Irã. E os jogadores fizeram exatamente isto. Em sua melhor partida na competição até aqui, a equipe arrasou os adversários em 3 sets a 0, parciais 25/17, 25/17.

– Eu acho que, tirando o início do terceiro set, quando houve uma certa acomodação, a equipe foi muito bem. Agora faltam dois jogos. É muito bacana se sentir em casa aqui em Nagoya – disse Bruninho.

Os dois primeiros sets brasileiros foram praticamente perfeitos. Sem erros, a seleção não teve dificuldades para superar os poloneses. No terceiro set, assim como nos outros jogos, a equipe caiu um pouco de produção, mas teve calma e conseguiu fechar a partida com tranquilidade. Giba, Vissotto, Murilo e Bruninho foram os destaques de um time que primou pelo conjunto.

Na madrugada de sábado para domingo, o Brasil volta à quadra para encarar o Egito, à 1h30m, também em Nagoya. Caso conquiste sua quarta vitória ,e o Japão tropece contra Irã, ainda neste sábado, ou Cuba, domingo, a equipe ficará com o título antecipadamente.

O primeiro tempo foi um verdadeiro passeio brasileiro. Com um jogo equilibrado e bem definido, a seleção construiu a boa vantagem no placar desde o primeiro ponto. De volta à equipe, Giba, que foi poupado contra o Irã, comandou o time em quadra com perfeição, enquanto Bruninho deixava a bola na medida para os ataques de Leandro Vissotto, Lucão e Murilo.

Como nos outros jogos, saiu das mãos de Vissotto a maioria dos pontos brasileiros. No primeiro tempo técnico, a seleção já tinha 8 a 3 no placar. Do lado polonês, o técnico argentino Daniel Castellani, contemporâneo de Bernardinho na época de jogador, tentava acertar seu time de todas as maneiras, mas não voltou atrás e manteve o astro da equipe, Kurek Batrosz, de 21 anos, no banco. Em pouco mais de 20 minutos, o Brasil fechou em 25/17.

Assim como na primeira parcial, o Brasil foi com tudo para o segundo set. Logo, abriu 4 a 1 de vantagem. Foi então que Castellani mudou de ideia e finalmente pôs Kurek em quadra. A equipe polonesa subiu de produção e diminuiu a vantagem para 7 a 5.

O bloqueio polonês também passou a funcionar, levando problemas para Vissotto e Rodrigão. Do lado de fora, Bernardinho orientava a equipe, preocupado com o crescimento da Polônia no jogo, que chegou a estar a apenas um ponto atrás no placar (8 a 7).

Mas não demorou muito para que Bruninho descobrisse espaços na quadra e desse novas opções de ataque para o Brasil. Foi quando Murilo também passou a aparecer mais no jogo, se tornando uma das principais armas do time. A seleção voltou a dominar completamente a partida, com destaque para uma defesa impressionante de Serginho, que foi buscar bola praticamente impossível próxima às placas de publicidade. Depois de um ataque fulminante de Giba, o time fechou o segundo set com facilidade: 25/17.

No intervalo para o terceiro set, preocupado com a queda de rendimento da seleção neste momentos nos jogos contra Cuba e Irã, Bernardinho pedia concentração aos jogadores. Mesmo assim, a Polônia voltou melhor no ataque e na defesa, armando bons bloqueios, e chegou a ter 6 a 2 no placar.

Mas foi também em um bloqueio espetacular de Murilo que a seleção brasileira empatou o jogo. As duas equipes passaram a se alternar na dianteira do placar até que, em um bloqueio de Vissotto, o Brasil assumiu de vez a ponta.

Novamente vibrante em quadra, o Brasil voltou a exibir a atuação dos sets anteriores. Assim, manteve sempre uma boa vantagem no placar e, sob aplausos da torcida, fechou em 25/18.

 

Crédito: Globo

 

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