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Dinho Ouro Preto: “Vou ficar com marcas emocionais”

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O vocalista da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, divulgou uma nova carta aos fãs no sábado (28). No texto, publicado no site oficial do grupo, o cantor agradeceu e informou o público sobre o seu estado de saúde. Desde 31 de outubro, ele está internado no -Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após cair de uma altura de 3 metros, durante um show na cidade de Patos de Minas, Minas Gerais.

Muito emotivo, Dinho descreveu suas sensações e o processo de tratamento. Ele ainda parece bastante chocado com o acidente. “Numa fração de segundo, o acidente, depois semanas de recuperação lenta e dolorosa. Em um momento você se acha dono do mundo, capaz de fazer o que lhe vier à cabeça. No momento seguinte, você não sai da cama sozinho. Eu tive que me adaptar a uma nova condição”, escreveu.

Por consequência da queda, Dinho sofreu um traumatismo craniano leve, quebrou três costelas, trincou seis vértebras, levou cinco pontos no queixo, machucou os rins, a cabeça e os dentes, e foi levado diretamente para a Unidade de Terapia Intensiva do hospital. O músico chegou a se recuperar e ir para o quarto, mas no dia 13 de novembro, devido a uma infecção, voltou para a UTI.

Dinho revelou que não terá sequelas físicas, mas a experiência pela qual passou ficará marcada para sempre.

“Meu corpo vai voltar a ser como era, mas acho que vou ficar com marcas emocionais pra sempre. Dentro de um hospital, depois de alguns dias, você experimenta momentos que se aproximam do pânico. Sente-se muito medo e solidão. Há tempo de sobra pra introspecção. Se tudo der certo, vou pra casa na semana que vem. Estou muito curioso pra ver se quando voltar pra casa, me sentirei diferente de quando entrei”, declarou.

Devido ao grave estado de saúde, Dinho autorizou que o Capital Inicial começasse um novo disco sem ele. “Tínhamos ensaiado muito, estava tudo no lugar e meu acidente foi poucos dias antes da data marcada para o início das gravações. Me foi perguntado se eu queria adiar tudo, mas achei melhor deixar nas mãos da banda”, explicou.

Ao final da primeira parte do texto, ele agradeceu o carinho de todos que o apoiaram: “Ao longo da minha hospitalização recebi mensagens, telegramas, telefonemas e flores do Brasil todo. Da minha família, amigos, colegas, fãs e também de muito desconhecidos. Todos profundamente comoventes. Fico pensando em como agradecer ou retribuir, mas não há como. Mesmo assim, gostaria que essas pessoas soubessem que seus gestos e palavras foram determinantes na minha recuperação”.

 

Crédito: Globo

 

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