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Dilma quer produzir genéricos brasileiros em Cuba

 Dilma quer produzir genéricos brasileiros em Cuba
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Dilma tenta fazer indústria farmacêutica brasileira migrar para Cuba; se conseguir, provocará desemprego aqui e vai gerar empregos lá; uma comissão já negocia o assunto com o ditador da ilha. É assim que começa o texto do colunista Reinaldo Azevedo publicado ontem na Veja online.

De acordo com o jornalista, uma delegação brasileira chefiada por Carlos Gadelha – que é Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde – está em Cuba. Fica lá até sexta-feira para discutir o plano.

“Este blog apurou que a nossa ‘presidenta’, como ela gosta de ser chamada, está pressionando as empresas farmacêuticas brasileiras a abrir fábricas em… Cuba para a produção de genéricos naquele país. De lá, elas exportariam remédios para a América Central e América do Sul, inclusive o Brasil”, escreveu.

A interpretação dada por ele é a seguinte: “A nossa soberana cansou dessa história de o próprio Brasil produzir os remédios e de ser, sim, um exportador. A presidente quer fazer a nossa indústria farmacêutica migrar para Cuba, de sorte que passaríamos a ser importadores de remédios produzidos pelos próprios brasileiros, gerando divisas para os cubanos, danando um pouco mais a balança comercial, desempregando brasileiros e empregando… cubanos!”.

Outra informação publicada com exclusividade por Azevedo: “Não se limitaria à produção de genéricos, não! Entrariam no acordo também os chamados ‘similares’. Dilma, assim, daria um golpe de morte numa das políticas mais bem-sucedidas do País nas últimas décadas: a produção de genéricos e o desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional”.

De quem teria partido a iniciativa?, o próprio Reinaldo Azevedo responde: “Da determinação pessoal de Dilma de dar suporte à economia cubana e de dar maior utilidade ao porto de Mariel, construído em Cuba com recursos do BNDES. Como sabemos, a Soberana entrará para a história da infraestrutura portuária de… Cuba!”.

Azevedo lembra o acordo feito para a importação de médicos cubanos, que também veio à tona só depois que os acertos já estavam devidamente arrematados pelo governo brasileiro e o cubano.

“Alguns tentam fazer um Brasil melhor! Dilma está empenhada em fazer uma Cuba melhor à custa dos empregos dos brasileiros”, afirma.

E termina o artigo com um lembrete: “O secretário Gadelha, o homem encarregado do projeto, é aquele que teve um encontro agendado com o doleiro Alberto Youssef, por iniciativa do ainda deputado (petista) e ex-vice presidente da Câmara André Vargas”.

 

Crédito: Diário do Comércio

 

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