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Descartada reunião do secretariado para discutir rejeição a reajuste salarial

 Descartada reunião do secretariado para discutir rejeição a reajuste salarial
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O governador José Ivo Sartori declarou nesta quinta-feira, no Palácio Piratini, que as decisões dele e do vice, José Paulo Cairoli, de rejeitar o reajuste salarial previsto em lei, foram pessoais, e não de governo. Sartori enfatizou, ainda, não esperar que deputados da base aliada e secretários de Estado tomem atitude semelhante.

O governador se referiu ao posicionamento do secretário de Turismo, Esporte e Lazer Juvir Costella (PMDB) que, em entrevista à Rádio Guaíba, adiantou que pretende seguir o exemplo dos chefes do Executivo e também abrir mão do aumento. Costella também propunha uma reunião do primeiro escalão para que os secretários recebam orientações do governador nesse sentido. Hoje, porém, Sartori deixou claro que não pretende definir diretriz alguma sobre a questão.

Até agora, além dele, do vice e de Costella, três deputados estreantes no Parlamento revelaram a intenção de abrir mão do aumento: Pedro Ruas (PSol), que vai doar a diferença de cerca de R$ 5 mil; Tiago Simon (PMDB), e Marcel Van Hattem (PP) – que vão devolver o reajuste ao Tesouro.

Na tarde de quarta-feira, Sartori teve audiências, no Palácio, com a União Gaúcha dos Estudantes (Uges), que pediu a manutenção do ensino politécnico e a qualificação desse tipo de aprendizado nas escolas públicas. Também recebeu representantes da Foton Aumark, fábrica chinesa de caminhões em fase de instalação em Guaíba. Contrapartidas do Estado, como a duplicação da Estrada do Conde, porém, não foram cobradas pelos empreendedores, que fizeram apenas uma visita de cortesia.

Sartori ainda esteve reunido com a Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul (Fessergs), que pediu a nomeação de todos os aprovados em concurso público e melhorias na gestão do IPE, com o pagamento de repasses devidos à entidade.

 

Crédito: Correio do Povo

 

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