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CBV emite nota pedindo volta de patrocínio do Banco do Brasil

 CBV emite nota pedindo volta de patrocínio do Banco do Brasil
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Uma semana após o Banco do Brasil suspender o contrato de patrocínio por conta de irregularidades na gestão da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a entidade se pronunciou sobre o assunto por meio de uma nota oficial divulgada nesta quinta-feira.

“A CBV comunicou oficialmente ao Banco do Brasil nesta quinta-feira que todas as medidas sugeridas pela Controladoria-Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. O cumprimento integral das ações demonstra que a nova gestão se compromete com uma governança responsável e transparente. (…)

A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros.

A CBV espera que o Banco do Brasil restabeleça o repasse de recursos do patrocínio para que a realização das etapas do Circuito Open de Vôlei de Praia e o planejamento das seleções brasileiras em todas as suas categorias não sejam prejudicados. A proximidade da realização dos Jogos Olímpicos pela primeira vez no Brasil evidencia a importância da manutenção do patrocínio do Banco do Brasil.”, dizia o comunicado divulgado pela entidade.

Segundo a própria Confederação, os técnicos das Seleções masculina e feminina, Bernardinho e José Roberto Guimarães, estão cientes das medidas que estão sendo tomadas e apoiam os atuais dirigentes.

Na última semana, a Controladoria-Geral da União divulgou um relatório comprovando irregularidades na administração da CBV na antiga gestão, de Ary Graça, e naatual. Assim, o Banco do Brasil suspendeu o patrocínio à entidade até que medidas fossem tomadas.

Confira a nota oficial na íntegra:

“A CBV comunicou oficialmente ao Banco do Brasil nesta quinta-feira (18.12) que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. O cumprimento integral das ações demonstra que a nova gestão se compromete com uma governança responsável e transparente.

Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados pela CGU como irregulares.

A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros.

De conhecimento de todas as ações desenvolvidas pela entidade, os técnicos José Roberto Guimarães e Bernardo Rezende manifestaram apoio incondicional aos dirigentes que têm a responsabilidade de administrar o atual momento do voleibol brasileiro.

A CBV espera que o Banco do Brasil restabeleça o repasse de recursos do patrocínio para que a realização das etapas do Circuito Open de Vôlei de Praia e o planejamento das seleções brasileiras em todas as suas categorias não sejam prejudicados.

A proximidade da realização dos Jogos Olímpicos pela primeira vez no Brasil evidencia a importância da manutenção do patrocínio do Banco do Brasil.”

 

Crédito: Correio do Povo

 

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