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Campeão do NBB, Marcelinho reforça os laços com o Flamengo: ‘Estou em casa’

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Cestinha do Novo Basquete Brasil e capitão do Flamengo, Marcelinho é o símbolo da conquista rubro-negra. Após a vitória sobre o Brasília neste domingo, com o título garantido, o veterano de 34 anos comandou a festa dentro da quadra. Com o filho Gustavo no colo, fez a contagem até três para que todo o elenco subisse no pódio ao mesmo tempo. Enquanto os quase 16 mil torcedores cantavam o hino do clube a plenos pulmões, o ala levantou a taça do NBB e fechou com chave de ouro aquela que pode ter sido a melhor temporada de sua carreira.

Último a deixar a quadra na Arena da Barra, Marcelinho conversou com os jornalistas e falou sobre o jogo, as dificuldades ao longo do caminho e o futuro no Flamengo.

Torcedores
A torcida é o primeiro jogador do Flamengo. Depois vêm os outros cinco. Sempre me emociono quando falo da torcida, porque no Maracanã eu fico do lado de lá, então eu sei o que a torcida quer: um time que briga.

Brasília
Tivemos muitas dificuldades ao longo da temporada, mas a maior delas foi a equipe do Brasília. São dois grandes times, que serviram de exemplo e fizeram uma final muito disputada. Os dois times jogaram basquete até o fim. Quando boto o pé fora da quadra, sou o primeiro a reconhecer o valor do adversário.

Salários atrasados
Quando eu assumo um compromisso, sei que vou cumprir. O que a gente sempre pediu foi que o Flamengo cumprisse os compromissos assumidos com o time.

Novo Basquete Brasil
O campeonato foi um sucesso. A média de público na final (cerca de 12 mil pessoas por partida) foi incrível. O primeiro passo foi dado. A seleção vai colher os frutos disso mais para a frente.

Expulsão de Baby
Não entendi o que o Baby fez para ser expulso. Seria melhor para o espetáculo se ele e o Cipriano tivessem continuado no jogo. O Baby sempre coloca o time para cima, é um exemplo para muita gente. A equipe toda o respeita. Eu já fui expulso e sei o quanto é difícil ficar fora de um jogo decisivo. Ele deu muita força para a gente, e acabou dando tudo certo.

Comparação com o futebol
Qualquer modalidade do Flamengo tem pressão. Se for para comparar, estou mais para um Fábio Luciano, pela liderança. Como tenho a característica de ser cestinha, tem mais a ver com um atacante, mas acho que pareço mais com o Fábio Luciano. Só que eu não vou parar não, hein (risos).

Futuro no Flamengo
A gente tem que conversar. Meu contrato vai até dezembro, e o próximo NBB começa em outubro. Estou em casa, o Flamengo para mim é uma casa. Só quem é rubro-negro entende o que é isso.

 

Crédito: Globo

 

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