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Brasil volta a oscilar, cai para Polônia e sofre terceira derrota na Liga Mundial

 Brasil volta a oscilar, cai para Polônia e sofre terceira derrota na Liga Mundial
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A postura agressiva do jogo anterior foi vista em poucos momentos. O Brasil desta sexta-feira tinha cara diferente, dificuldade para passar pelo bloqueio da jovem Polônia e também no passe. Pecou demais, oscilou demais para o gosto de Bernardinho e pagou o preço por isso. No segundo confronto no ginásio Chico Neto, em Maringá, viu os adversários vencerem por 3 sets a 0, parciais de 26/24, 28/26 e 25/21. Após duas semanas de disputas na Liga Mundial, a seleção tem três derrotas (além dessa duas para a Itália na primeira rodada) em quatro confrontos. Os próximos compromissos da equipe serão contra o Irã, nos dias 6 e 7 de junho, em São Paulo.

O maior pontuador da partida foi o polonês Buszek, com 16 pontos, 15 deles em ataque. Bociek também se destacou e marcou 11. Do lado brasileiro, Lucarelli fez 13, e Lucão anotou 11, mas a dupla não conseguiu evitar a derrota da equipe do técnico Bernardinho.
– Uma derrota que não era esperada. A gente achou que ia repetir uma boa partida, talvez até melhorar. Faltou um pouco mais de consistência. Teve muito erro na recepção, que ontem foi uma coisa que ajudou bastante. A gente abriu várias vezes no placar, mas não conseguiu manter. O início dos sets foi bom. No decorrer da partida que a gente foi amolecendo. Mas não adianta jogar bem só no início, tem que jogar do início ao fim. Agora é treinar mais e melhor – disse Lucarelli após o jogo.

O Brasil começou o set com uma formação diferente. Lipe, Theo e Gustavão deixaram o banco de reservas. Conseguiam fazer com que a equipe fugisse dois pontos no placar (10/8). Até que as falhas na recepção deram as oportunidades que os poloneses precisavam para tomarem a frente. Bernardinho trocava as peças. Bruninho e Theo davam lugar a Rapha e Vissotto. O cenário não mudou muito. Desfeita a inversão, Theo voltava à quadra e colocava a bola no chão (17/16). No ataque seguinte, o bloqueio dos adversários fecharia mais uma vez a porta para a seleção. Bernardinho queria ver a parede do seu lado da rede se formar também. Se a resistência não era criada, a Polônia aproveitava para fazer 24/23. Lucarelli fazer a equipe respirar ao deixar tudo igual. Na nova chance, os visitantes não perdoaram: 26/24.

Enquanto os comandados de Stephane Antiga esperavam com sorriso no rosto pela retomada da partida, o time brasileiro conversava, buscava os ajustes. Bruninho acionava Lucão e tinha boa resposta. O central também começava a aparecer mais no bloqueio. A Polônia não estava disposta a deixar os anfitriões crescerem. Forçava o saque, montava o triplo e abria 11/7. Bruninho chamava os companheiros. Repetia: “vamos lá!”. Mas a reação não vinha. A arquibancada pedia pela entrada de Sidão, mas eram Rapha e Vissotto que vinham para o jogo. Depois de estar perdendo por 17/13, a equipe encostava (18/17).

O bom momento passava e outra vez os rivais construíam uma vantagem de três pontos. Logo em seguida, os erros mudaram de lado. Foi a senha para o Brasil se aproximar. Lucarelli salvava o primeiro set point. Um bloqueio de Gustavão garantia o empate (24/24). Por duas vezes Vissotto evitava o 2 a 0 (26/26). A desatenção na defesa levava Bernardinho à loucura. A Polônia agradecia: 28/26.

Na terceira parcial, o saque polonês fazia ainda mais estragos. A seleção contornava o problema e fazia 8/6. Vissotto chamava a responsabilidade e comemorava a frente confortável (14/9). Os três pontos seguidos dos visitantes forçaram o pedido de tempo. Na volta, a virada (16/15). O ginásio ficava mais silencioso. As vozes ouvidas eram as dos jogadores da Polônia, que caminharam sem muita resistência para seu primeiro triunfo na competição: 25/ 21.

 

Crédito: Globo

 

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