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Brasil testa caras novas do elenco e joga o suficiente para superar os uruguaios

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Foi uma sexta-feira diferente para o Brasil na Copa América. Fora do Coliseu Roberto Clemente, o céu estava azul no fim da tarde, apesar da ameaça da tempestade tropical Érika, que se aproximava de San Juan. Dentro da quadra, jogadores poupados e surpresas no quinteto titular. Só o que não mudou foi o resultado. Diante do Uruguai, a seleção de Moncho Monsalve conseguiu sua sétima vitória, por 82 a 62, e se manteve invicta.

Marcelinho foi o cestinha da partida com 23 pontos. Anderson Varejão, seu companheiro de equipe, fez 14 pontos e pegou 10 rebotes. Do lado uruguaio, Mauricio Aguiar marcou 18.

Na sexta-feira, o Brasil enfrenta Porto Rico às 22h (de Brasília), no encerramento da segunda fase. Os horários, no entanto, ainda podem mudar, por causa da chegada de Érika, que nesta quinta foi rebaixada de tempestade para depressão tropical. As mudanças só devem ser anunciadas na manhã de sexta.

Com a derrota, o Uruguai está eliminado. Na melhor das hipóteses, haveria um empate triplo entre uruguaios, dominicanos e canadenses, mas a Celeste ficaria fora no saldo de pontos. Com Brasil, Porto Rico e Argentina classificados para o Mundial, a última vaga será decida na partida entre República Dominicana e Canadá.

O quinteto titular do Brasil contra o Uruguai tinha Diego Pinheiro e JP Batista, que vinham jogando pouco na Copa América. Ao lado deles, Anderson Varejão e os Marcelinhos Huertas e Machado. Leandrinho, com a mão machucada, e Tiago Splitter, que sofreu uma pancada no joelho contra o Canadá, estavam de uniforme no banco, mas foram poupados. Alex, com dores musculares, foi um mero espectador durante todo o primeiro tempo.

O próprio Diego parecia meio surpreso com a chance que ganhou, tanto que logo no início errou uma enterrada sozinho num contra-ataque. Na sequência, o ala se recuperou, somou quatro pontos, e a seleção abriu 9 a 2. A partir deste momento, o time de Moncho sofreu um apagão. Com oito pontos seguidos, a Celeste virou o placar para 10 a 9. Coube a Marcelinho, com dois tiros de três, devolver o Brasil ao comando das ações. Ao fim do primeiro período, o placar era de 22 a 14.

Enquanto Leandrinho, Splitter e Alex viam tudo do banco, o Brasil manteve a boa vantagem no segundo quarto. Dentro da quadra, Machado, Huertas e Tavernari davam conta do recado. Machado acertou seus cinco primeiros chutes de três, e na sequência errou três. Na saída para o intervalo, o Brasil vencia por 44 a 35.

Moncho voltou para a segunda metade com Alex no quinteto. O jogo ficou truncado e o placar estacionou nos 50 a 42. Duas cestas seguidas do armador uruguaio Osimani ligaram o alerta no Brasil, que apertou a defesa. Duda roubou duas bolas, e no ataque Varejão ganhou duas vezes o duelo com o Esteban Batista. O relógio mostrava 62 a 52 na virada para o quarto período.

Moncho mandou Huertas de volta à quadra, mesclando titulares e reservas ao longo do quarto. Com a corda no pescoço, a Celeste não teve fôlego para se recuperar e em nenhum momento chegou a ameaçar a vitória brasileira.

 

Crédito: Globo

 

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