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Brasil Sem Miséria terá novas ações de inclusão produtiva rural

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Meta é atender com verbas e assistência técnica 20,5 mil famílias extremamente pobres nas regiões Sul, Sudeste e no DF

Brasília, 7 – A inclusão produtiva rural, um dos eixos de atuação do Plano Brasil Sem Miséria, deverá ser ampliada para as regiões Sul e Sudeste e para o Distrito Federal, com a oferta de recursos financeiros e assistência técnica e extensão rural (Ater). Atualmente, a ação contempla Centro-Oeste, Norte, Nordeste, norte de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, atendendo 170 mil famílias.

A expansão visa inicialmente atender 20,5 mil famílias no Sul, no Sudeste e no DF. Para isso, os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) estão propondo um acordo com as empresas de assistência técnica e extensão rural (Emater) – instituições que prestam esse serviço nos estados.

Nesta terça-feira (7), teve início a reunião técnica para apresentar a proposta de inclusão produtiva rural. Participaram do encontro a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Maya Takagi, o diretor substituto de Gestão e Acompanhamento do MDS, Marcelo Cabral, e o diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, Argileu Martins da Silva. Com exceção do Rio Grande do Sul, que já se antecipou na parceria, os demais estados foram representados pelos diretores e presidentes das empresas estaduais.

Fomento e Ater – O recurso destinado pelo MDS às famílias rurais é de R$ 2,4 mil, divididos em três parcelas. Esse dinheiro, conforme explicou Maya Takagi, poderá ser usado na compra de pequenos animais, organização de hortas ou projetos coletivos. A secretária disse aos representantes das Ematers que um dos esforços necessários para a expansão será localizar e identificar as famílias e suas reais dificuldades, a fim de traçar uma estratégia de inclusão produtiva rural. Segundo Maya, o governo federal tem os instrumentos para isso e conta com a parceria dos estados para erradicar a extrema pobreza.

A Ater é coordenada pelo MDA e consiste na oferta de assistência técnica e extensão rural, insumos, acesso aos mercados e articulação com outras ações de inserção econômica. As equipes acompanham as famílias por um período de 24 meses. A Ater no Brasil Sem Miséria possui abordagem específica para a população em situação de extrema pobreza e a meta é começar o trabalho ainda este ano, explica Argileu da Silva.

As famílias a serem beneficiadas pela Ater e pelo fomento rural no Brasil Sem Miséria precisam estar em situação de extrema pobreza, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e ter a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP).

O encontro prossegue na tarde desta terça-feira, tratando da assinatura dos acordos de cooperação, formação de técnicos e estruturação das entidades estaduais de Ater.

 

Crédito: Ministério do Desenvolvimento

 

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