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Brasil brilha no bloqueio, passa fácil pela Alemanha e segue invicto no Grand Prix

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O técnico da Alemanha já havia dito que preferia encontrar o comandante do Brasil, seu grande amigo, José Roberto Guimarães, em qualquer outro lugar que não fosse dentro de quadra. Giovanni Guidetti sabia da pedreira que seu time iria encontrar ao enfrentar o Brasil neste sábado, no Maracanãzinho, pela segunda rodada da primeira fase do Grand Prix. Porém, não poderia imaginar que tomaria uma lavada tão grande. Pois mesmo sendo conhecedor da seleção brasileira, foi surpreendido pela equipe verde-amarela, que cresceu a muralha e deu um show ao aplicar 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/19 e 25/16.

Neste domingo, às 10h (de Brasília), a equipe do técnico José Roberto Guimarães volta à quadra para enfrentar a seleção dos Estados Unidos, agora comandada por Hugh McCutcheon, que levou o time masculino do seu país – na final contra o Brasil -, ao ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. A partida terá transmissão ao vivo da TV Globo.

A partida começou atípica, pois era esperada uma rivalidade muito grande entre as seleções. Porém, o Brasil liderou a parcial inteira. Logo no início, marcou quatro pontos de bloqueio, sendo dois da central Fabiana. Os ataques também funcionaram com Sassá e Sheilla, e a seleção abriu grande vantagem: 22/09. O melhor momento do primeiro set foi o décimo ponto da Alemanha, conquistado em um erro do Brasil depois de um belo rali: Fürst atacou, mas Sassá defendeu a bola quase perdida. Sheilla levantou para Thaísa passar para o outro lado. No contra-ataque alemão, Sassá novamente apareceu bem no fundo, mas a bola resvalou para o banco do Brasil. A líbero Fabi correu e conseguiu pegar para Dani Lins apenas devolver. A seleção teve mais uma chance de marcar o ponto. Em mais uma bela defesa de Fabi, Fabiana levantou. Mari, porém, não aproveitou e cortou para fora. Com vantagem no marcador, o Brasil administrou e fechou em 25/12.

Assim como no set inicial, o bloqueio foi o destaque do segundo. As centrais estavam inspiradas, e, quando Fabiana não aparecia, Thaísa crescia. Christiane Fürst, meio-de-rede e uma das principais jogadoras da Alemanha, nada podia fazer diante da muralha brasileira. Giovanni Guidetti usou seu conhecimento do jogo do Brasil para esboçar uma reação. Alterou as jogadoras, mudando a estratégia. Mas de nada adiantou, pois a tática da seleção verde-amarela de parar as bolas na rede estava funcionando. Só Thaísa já tinha marcado seis pontos até o segundo tempo obrigatório. Controlando a margem que tinha no placar, as brasileiras cravaram 25/19.

O terceiro set foi uma repetição do anterior. Ainda com o paredão armado, o Brasil abriu vantagem de seis pontos. Tentando fugir da muralha, as alemães começaram a isolar as bolas, facilitando ainda mais o jogo da seleção brasileira. Com tranquilidade, as meninas anularam as rivais e continuaram seguindo a estratégia. Aos gritos da torcida que compareceu ao ginásio do Maracanãzinho, a seleção brasileira finalizou em 25/16.

 

Crédito: Globo

 

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