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Banda Malta faz turnê pelo RS

 Banda Malta faz turnê pelo RS
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Depois da vitória no SuperStar com 74% de aprovação e de dominar o Top 10 das músicas mais comercializadas pela loja virtual do iTunes no Brasil, a banda Malta está trancafiada em estúdio preparando o seu disco de estreia. Em agosto, o grupo inicia sua turnê nacional no Rio Grande do Sul. A banda passará por 10 cidades: Novo Hamburgo (15/08), Santa Rosa (16/08), Estrela (17/08), Santa Maria (22/08), Caxias do Sul (23/08), Porto Alegre (24/08), Passo Fundo (28/08), Pelotas (29/08), Rio Grande (30/08) e Bagé (31/08).

Na Capital, o show estava previsto inicialmente para ser realizado no Opinião, porém, a procura de ingressos foi tão intensa que a apresentação foi transferida para o Pepsi on Stage, que tem uma maior capacidade de público.

Segundo Bruno Boncini, vocalista da Malta, o Estado foi o que mais requisitou shows da banda – que também é formada por Adriano Daga (bateria), Diego Lopes (baixo) e Thor Moraes (Guitarra). Em conversa por telefone com Zero Hora, Bruno contou sobre os planos do grupo e sobre o encontro que a Malta teve com Jonathan Corrêa, vocalista da Reação em Cadeia, banda com a qual são com frequência comparados.

Zero Hora – O que você acha que levou a banda Malta à vitória no SuperStar?

Bruno Boncini – Foi uma coisa inesperada. Nosso intuito desde o começo era fazer músicas autorais, não cair nessa de ficar apresentando covers da noite. Quando a gente pensou em se inscrever no programa, a banda não tinha material de divulgação como foto. Tivemos que sair correndo atrás disso tudo. Porém, fomos com a pretensão de ganhar o programa. Nós sempre nos preocupávamos em tocar como se não houvesse amanhã, como se fosse a última vez que participaríamos do SuperStar. Acho que conseguimos passar essa energia para o público.

ZH – Na final, quando a Malta apresentou a música Entre Nós Dois, você não tinha nem começado a cantar e o ponteiro que indica o voto popular já subia rapidamente. Parece que a banda conquistou um forte fã-clube, certo?

Bruno – Isso se deve à história que nós fizemos no programa, conquistamos a audiência com a música. O público já aceitava a gente e estava aberto para as nossas canções autorais.

ZH – Isso que a Malta começou em setembro do ano passado. Então, dá pra dizer que a banda estreou no SuperStar?

Bruno – A primeira vez que gente se apresentou em público foi no SuperStar. Antes estávamos focados em estúdio e composição.

ZH – Qual foi o papel do padrinho Dinho Ouro Preto na vitória da banda?

Bruno – Nós não tivemos muito contato com os padrinhos. Fomos escolhidos pelo Dinho mais pela identidade roqueira dele. Foi mais como um voto de confiança. Ele sempre acreditou na gente, foi o cara que mais comprou a nossa briga em relação à música autoral.

ZH – E agora, quais são os planos da banda?

Bruno – Nós entramos em estúdio agora para gravarmos nosso primeiro disco e temos um prazo curto para terminar. Precisamos aproveitar o embalo do programa. Estamos 24 horas envolvidos com as gravações. Depois vamos sair em turnê e trabalhar essas músicas.

ZH – O que dá para esperar do disco que vocês estão gravando? Haverá participações?

Bruno – São canções que tocamos no programa, todas em português. Não haverá participações desta vez, mas talvez para o segundo disco role de chamar uns colegas.

ZH – Quem vocês gostariam de convidar?

Bruno – Gostaria de chamar para o segundo disco o Dinho Ouro Preto. Também o Gee Rocha, do NX Zero, mas não queremos criar expectativas. Não depende da gente.

ZH – Vocês têm alguns shows marcados para o RS. Por aqui, muito se comparou a Malta com a Reação em Cadeia. Há alguma influência aí?

Bruno – Eu não conhecia o som dos caras. Uma coisa ruim é que bandas do Sul não chegam a São Paulo e bandas de São Paulo não chegam ao Sul. A gente começou a ouvir os fãs da banda comentando a semelhança, aí eu ouvi a Reação em Cadeia e fiquei feliz com a comparação, pois a banda é muito boa. Podem nos comparar com Reação em Cadeia, Nickelback, Maurício Manieri… Cantando rouco, é nós (risos).

Esses dias, nós encontramos o Jonathan Corrêa no Rio enquanto comíamos sushi. Ele chegou na gente, se apresentou e disse que aquele lance de plágio que acusaram de termos feito da Reação em Cadeia era mentira e que curtiu muito o nosso som.

ZH – O que esperar do repertório do show da Malta?

Bruno – Além de nossas músicas, vai ter covers também, como de Metallica, Aerosmith, Nickelback, Creed, entre outros.

ZH – Quais são as principais influências da Malta?

Bruno – Eu gosto muito de coisas antigas como Phil Collins, Lionel Richie, Guns N’ Roses, Bon Jovi, além de coisas mais novas como Nickelback e Creed. O guitarrista Thor tem mais a escola do heavy metal. Cada integrante traz suas influências para o grupo, o que resulta no nosso som.

 

Crédito: Zero Hora

 

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