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Ação conjunta de órgãos de Segurança de Vacaria vai punir quatro pessoas

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Golpe frustrado em Vacaria por atuação conjunta da Polícia Civil, Brigada Militar, Ministério Público e do Poder Judiciário irá possibilitar a punição de quatro pessoas.

O fato iniciou na última quinta-feira, dia 30, por volta das 14h, no interior da sala de audiências do Juizado da Infância e Juventude da Comarca de Vacaria, ocasião em que o policial militar Juliano Machado estava sendo ouvido, como testemunha, por fato ocorrido no dia 8 de janeiro deste ano, um tráfico de drogas envolvendo, supostamente, um adolescente de 16 anos, iniciais L.R.P.R, natural de Pato Branco – PR.

Apresentado o adolescente, o policial militar estranhou e afirmou que aquela não era a mesma pessoa que havia sido detida no dia 8 de janeiro de 2011 com 10 pedras de “Crack” e 4,42 gramas de “Maconha”.

Todavia, o adolescente continuava afirmando que era ele o autor do tráfico. Além disso, sua mãe, Luiza do Prado Ribeiro Ribas, e sua irmã, Alessandra do Prado, também naturais de Pato Branco – PR, que também afirmavam que o traficante era o adolescente.

Imediatamente o juiz de Direito André Coelho e o promotor de Justiça Eduardo Lumertz cancelaram a audiência e entraram em contato com o delegado de Polícia Anderson Silveira de Lima que compareceu ao Fórum e, diante da dúvida quanto à identidade do suspeito, conduziu-o à Delegacia de Polícia, juntamente com sua mãe e sua irmã para elucidar o fato.

Já na Delegacia, por volta das 16 horas, após contato com a Polícia Civil do Estado do Paraná, foram levantados os dados dos parentes do adolescente, restando constatado que quem, na verdade, praticou o crime de tráfico de drogas, na data acima citada, foi Gilberto Ribeiro do Prado Ribas, com 20 anos de idade (irmão de L.R.P.R), também natural do Estado do Paraná, mais precisamente na cidade de Coronel Vivida.

Segundo o delegado o que possibilitou com que Gilberto se passasse pelo seu irmão de 16 anos foi a semelhança física existente entre ambos e que Gilberto não possuía qualquer documento no momento em que foi detido, sendo que toda sua documentação é originária do Estado do Paraná, além do que a mãe e a irmã de Gilberto também mentiram várias vezes, perante a Brigada Militar, Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário, na tentativa de inocentar Gilberto.

Em vista disso, o adolescente irá responder pela prática do ato infracional de auto-acusação falsa (sujeito a aplicação de medida sócioeducativa), Luiza do Prado Ribeiro Ribas e sua filha Alessandra do Prado irão responder pelos crimes de falso testemunho (sujeito a pena de prisão de 1 a 3 anos e multa) e participação em falsidade ideológica (sujeito a pena de prisão de 1 a 5 anos e multa) e Gilberto Ribeiro do Prado Ribas irá responder pelos crimes de tráfico ilícito de drogas (sujeito a pena de prisão de 5 a 15 anos e multa) e falsidade ideológica (sujeito a pena de prisão de 1 a 5 anos e multa).

Informações nesse sentido foram obtidas através de e-mail enviado ao Departamento de Jornalismo da Rádio Esmeralda pelo delegado de Polícia, Anderson Silveira de Lima, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Vacaria, cujo tele é: (54) 3231 – 2931.

 

Crédito: Adelar Gonçalves/Rádio Esmeralda e delegado de Polícia Anderson Silveira de Lima

 

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